Clube de Aeromodelismo de Lisboa


Galeria Histórica - O arranque ...


Galeria fotográfica histórica

 

Alverca, 2 de Novembro de 1952.   Primeira saída para treinos de sócios do recém-criado CAL


Alvercada de Abril de 1953.

De pé: Matos, Bento, M. Laura, José Carlos, Avelino, Vieira Lopes, Castro, Quem?, Raimundo.

Sentados: Coutinho, Simões, Marques e Macedo. E atrás do Simões e do Marques, Quem?

Quem é Quem? Aceita-se ajuda!


I Campeonato de Lisboa de Aeromodelismo

Aeródromo de Alverca, 24 de Maio de 1953  -   22 concorrentes com 38 modelos.

De pé: M. Laura Rodrigues, António Bento, Pereira Baptista, Francisco Pires Jr., Abílio Matos, M. Luiz Fernandes e Victor Cruz.

Sentados: António Castro e António Janeiro.

Foram vencedores:

  • Pereira Baptista     Planadores

  • J. Pires Júnior        Borrachas

  • Abílio Matos            Velocidade A

  • António Janeiro     Velocidade B  


Dois pilotos de Corridas, já famosos em 1953: Carlos Beja e António Janeiro.  


O "Cegonha" de Abílio Matos, que até concorreu a provas de velocidade ... !


Setembro 1953

No princípio, o CAL dava-se ao luxo de treinar e até de organizar provas nas pistas e no "taxi way" do Aeroporto de Lisboa, em convivência salutar com o "Super-Constelation", um dos grandes transportadores aéreos da época.


Avelino Lopes praticou várias modalidades, mas é difícil encontrá-lo nas pautas de classificação das provas. Construía de forma exímia, treinava muito, mas era pouco competitivo.

Presta-se-lhe a homenagem que, para além de desportista, Avelino Lopes foi, acima de tudo e desde a primeira hora, o grande entusiasta que sempre apoiava em trabalhos de retaguarda, tais como, ajudas no campo, secretariado, redacção do Boletim, monitor, etc.

Na foto da direita, ensaiando o seu "Nesselbeck".


IV CAMPEONATO NACIONAL

Porto (Aeroporto de Pedras Rubras), Outubro 1953

A equipa do CAL - Simões, Bento, Rodrigues, Matos, Ernâni, Baptista e Marques - nesta sua primeira saída conseguiu 8 classificações:

  • Marques          1.º Planadores

  • Baptista           2.º Planadores

  • Rodrigues      1.º Motomodelos, voo livre A

  • Matos               1.º Velocidade A

  • Bento               2.º Velocidade A

  • Simões            3.º Velocidade A

  • Simões            1.º Velocidade B

  • Simões            1.º Velocidade C


IV CAMPEONATO NACIONAL

Porto (Campo do Académico Futebol Club), Outubro 1953.

A equipa do CAL, em Velocidade A - Rodrigues (mecânico) e Bento (piloto) - classificou-se em 2.º lugar.

 


II CAMPEONATO DE LISBOA

Maio 1954,  Aeródromo de Alverca

Foram vencedores:

  • Planadores                           António Bento (CAL)

  • Borrachas                             Pereira Baptista (CAL)

  • Motomodelos v. livre A      António Bento (CAL)

  • Velocidade A                       Jorge Themudo (CAL)

Na imagem: António Bento prepara o seu motomodelo de voo livre

 


V CAMPEONATO NACIONAL

1.ª jornada, em 4 de Setembro de 1954 - Voo Circular, no Aeroporto de Lisboa, dentro do hangar principal.

Foram vencedores:

  • Velocidade A  (2,5 cc)      Carlos Beja (CAL) (97 km/h)

  • Velocidade B  (5,0 cc)      Ernâni Ferreira (CAL) (102 km/h)

Na imagem:  António Bento ajuda  Abílio Matos a pôr em marcha o motor do seu modelo de velocidade ("Black Chiffon"), classe A.


V CAMPEONATO NACIONAL

2.ª jornada, em 5 de Setembro de 1954 - Voo Livre, no Aeródromo de Sintra.

Foram vencedores:

  • Motomodelos, classe A         António Bento (CAL)

  • Planadores  e Borrachas      Artur Sereno (EVS - Estrela e Vigorosa Sport)

Na imagem acima:  António Bento, 2.º classificado em Borrachas, faz um ensaio.

Na imagem abaixo:  Pereira Baptista, que obteve o 5º lugar em Borrachas, enrola o motor do seu  Wakefield com a ajuda de Bento. Assistem Carvalho Marques, Fernando  Simões e Viriato de Carvalho, este último meio escondido por Baptista.


Outubro 1954, Aeródromo de Sintra.

Ascensão ...  e queda !

Primeiras experiências de voo de um motomodelo rádio-comandado, de José Carlos Rodrigues.

Pereira Baptista tinha a seu cargo as afinações do rádio (ED-Electronic Development, monocanal), o que, na altura, nem sempre era tarefa fácil.